Encontro ocorreu nesta quinta-feira e define atuação da Polícia Militar e agentes de trânsito diante do conflito entre categorias
Quem acompanha o debate em Açailândia nos últimos dias já percebeu:
a tensão entre mototaxistas e motoristas de aplicativo saiu das ruas e entrou de vez na pauta pública.
Na tarde desta quinta-feira, o prefeito Dr. Benjamin de Oliveira recebeu representantes da categoria de mototaxistas para tratar do impasse.
📍 Reunião tenta conter escalada do conflito
O encontro aconteceu em meio a relatos de discussões, troca de acusações e aumento da pressão entre os dois lados.
A categoria de mototaxistas levou suas preocupações sobre a atuação dos serviços por aplicativo e os impactos diretos na renda.
Até o momento, não há divulgação pública detalhada do conteúdo integral do decreto citado durante a reunião.
📍 Polícia Militar anuncia fiscalização
Durante o encontro, o comandante da Polícia Militar, Major Lima, confirmou que a corporação vai atuar diretamente na fiscalização.
Segundo ele, a ação será conjunta com os agentes municipais de trânsito.
A orientação é clara:
qualquer tipo de ameaça — seja por áudio, mensagem ou abordagem direta — pode gerar responsabilização.
Um ponto chamou atenção.
O comandante afirmou que não tinha conhecimento prévio do decreto municipal relacionado ao tema.
Agora, com ciência do documento, garantiu que a Polícia Militar vai atuar para fazer cumprir as regras estabelecidas.
📍 Recado direto às duas categorias
A fala do comandante trouxe um limite importante para o momento.
Nem mototaxistas, nem motoristas de aplicativo têm autoridade para fiscalizar ou impedir o trabalho uns dos outros.
Na prática, isso significa que qualquer tentativa de confronto direto pode sair do campo da disputa e entrar no campo legal.
📍 Clima ainda é de tensão
Apesar da reunião, o ambiente ainda pede cautela.
Nos últimos dias, o que se viu foram trocas de mensagens, áudios e relatos de intimidação circulando entre grupos.
Um exemplo comum:
motoristas relatando receio de rodar em determinados pontos da cidade por medo de conflito.
A reunião marca um posicionamento institucional.Mas, na prática, o desafio começa agora:fazer a regra sair do papel… e chegar até a rua.


